sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Cadela resgatada no bairro Boa Esperança para adoção!


Oi amigos dos animais!
Segue abaixo a história do resgate desta linda cadela que está aguardando adoção. Por favor vamos ajudar a encontrar um bom lar para ela. Parabéns Fernando por ter dado toda a assistência e estar cuidando dela mesmo morando em uma Kitnet.


"Sabado estava voltando do mercado por volta das 11:00 horas e com frango assando, uma cadela faminta me viu e veio feliz ao meu encontro, logo percebi a fome que ela estava sentindo, Chamei e trouxe comigo, dei agua e praticamente metade do frango pra ela. No domingo mais fortinha, passei front line, e a noite catei por cima uns 25 carrapatos daqueles azuis enormes,passei alcool no local e tirei um a um para nao estourar.
Na segunda levei ao pet e ela tomou um banho com carrapaticida, ela estava infestada de carrapatos e pulgas.
Foi vermifugada, e foi colocado uma coleirinha para aumentar a auto estima dela e coloquei tambem uma coleira contra pulgas e carrapatos.
Ela esta bem mais forte e bonita, e extremamente docil, quando chego perto ela deita e se entrega totalmente, pra mim ela tem umas reacoes de quem apanhava, nao e de se estranhar o estado que estava.
Ela ta com as tetas com leite, acredito que tenha dado filhote a pouco tempo, como nunca tive femea nao entendo muito das caracteristicas delas.
Hoje percebi que ela ja aprendeu a comer racao, e esta muito feliz e sadia.
Como voce sabe moro num kitnet e ja tenho o floco, tenho que deixar ela la fora num espaco minusculo. Nao tenho condicoes de ficar com ela.
Quando saio com o floco levo ela solta, ela sabe se virar na rua, faz tudo fora de casa. Extremamente educada.
Um dia sai com ela na guia e ela nao fez nada com medo deu brigar, dai percebi que ela sozinha e vai se esconde e faz suas necessidades, depois volta.
Agora a noite ela esta latindo querendo entrar no kitnet, ela esta numa pequena area, no segundo video da para ver o espaco.Ah! ela tem medo de altura, tenho que subir e descer as escadas com ela no colo.
Encontre um lar pra ela.
Obrigado,
Fernando.
65-9984-5451"

Video antes do banho:


Video apos o banho:

Cadelinha da raça Cofap encontrada no Jardim das Américas. Procura-se dono!


Olá Gente!
Segue abaixo o pedido de ajuda do Ademir que encontrou esta linda cadelinha. Parabéns Ademir pela sua atitude e também por oferecer a sua casa de lar provisório. Eles enviaram o e-mail para o adotecuiabá e a AVA também está ajudando a divulgar. Por favor vamos ajudar a encontrar o dono dela.


"Olá, uma amiga (Estela Harter) me indicou este site. Eu moro no Jardim das Américas e em (16/09/2011) uma cadelinha da raça Dachsund (Cofap) apareceu em frente da minha casa e se alojou debaixo do nosso carro, que estava estacionado na calçada. Nós a recolhemos e procuramos saber com os guardas do Bairro alguma informação sobre ela, mas eles não sabiam de nada e até o momento ninguém apareceu para procurá-la. A única coisa que ficamos sabendo é que ela foi vista no domingo à noite (15/09/2011) na praça da Igreja Santa Rita de Cássia. Gostaria que nos ajudassem a encontrar o dono, pois já temos 3 cachorrinhas e 1 gato, e, assim, não podemos ficar com ela. 

Estou enviando as fotos dela, que parece ser filhote ainda.

Att, 

Ademir Ajala Cristaldo Junior

cel: 81415316"

Lindo gato para adoção!

Olá amigos dos animais!
Por favor vamos ajudar a encontrar um bom lar para este lindo gatinho. Segue abaixo o pedido de ajuda da Ana Luiza que o resgatou. Parabéns Ana pela excelente atitude!

Att.
Equipe AVA


"Gatinho para adoção. Foi recolhido no Bairro Despraiado, na frente do condomínio... Viverde. Foi "jurado de morte por moradores" (assim como já foi feito com outros gatos e com um cão que a pessoa que resgatou alimentava). Estava com um machucado muito grande na orelha, e infelizmente teve que ser amputada. Mas está super bem e pronto para adoção! É muito dócil, provavelmente tinha dono. Contatos: Ana Luiza: 8125-0766".




Nota sobre a TOXOPLASMOSE

A AVA- Associação Voz Animal alerta a população de Cuiabá e esclarece que a toxoplasmose não deve ser chamada, nem considerada, “a doença do gato”.  Expressões desse tipo, além de incorretas, podem disseminar uma onda de abandono de animais e também de práticas cruéis contra os felinos.   Por isso, seguem algumas informações sobre a toxoplasmose.

A toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii.  O gato e os felinos em geral realmente são os únicos animais nos quais o protozoário completa seu ciclo, ou seja, é eliminado no ambiente pelas fezes.  No entanto, o veterinário Guilherme Souza explica que essa eliminação só se dá quando o animal está imunodeprimido.  “Essa fase, em que as defesas do organismo do animal ainda estão baixas, geralmente é entre os três e seis primeiros meses de vida.  Depois dessa fase, ele só elimina se estiver em alguma situação de baixa de imunidade”.

Vale ressaltar que um gato só é contaminado pela toxoplasmose se ingerir carnes cruas ou outros animais contaminados, como ratos.  Ou seja, o protozoário Toxoplasma gondii não está presente no organismo de todos os gatos.

Além disso, a contaminação pelas fezes do gato só se dá a partir da ingestão de dejetos que tenham ficado no ambiente por no mínimo 48 horas.

“A melhor maneira de combater a toxoplasmose é a higiene”, destaca o veterinário, lembrando que a doença é transmitida aos humanos principalmente através do consumo de alimentos contaminados, como carnes cruas e vegetais não higienizados. Veja as recomendações para evitar a contaminação tanto de pessoas quanto dos felinos:
Limpar diariamente a caixa de areia dos felinos
Manusear a caixa de areia sempre com luvas
Lavar bem as mãos após realizar a limpeza da caixa de areia
Eliminar as fezes em lixo seguro
Proteger as areias de parques e construção para evitar que os gatos depositem fezes nestes locais
Evitar que seu animal tenha acesso à rua
Evitar que seu gato coma alimentos crus
Evite ingerir alimentos crus ou mal cozidos
Evitar o consumo de carnes cruas ou mal passadas
Consumir água potável
Lavar as mãos após manipular carne crua, terra ou areia
Mulheres grávidas devem evitar contato com fezes de gatos

A Secretaria de Saúde de Cuiabá divulgou ainda que a toxoplasmose pode apresentar-se de forma assintomática ou evoluir para manifestações sistêmicas graves. A soroprevalência pode alcançar 90% em algumas regiões do país. Estima-se que de 70 a 95% da população estão infectados, mas a doença pode nunca se manifestar. Isso acontece porque a pessoa entrou em contato com o protozoário e desenvolveu os anticorpos para a doença – eles ficam no corpo para a vida toda.  “É impossível a pessoa ser contaminada apenas pelo contato com o seu gato”, resume o Guilherme Souza.

Acariciar um felino, ser arranhando ou até mesmo levar uma mordida não são meios de contágio.  A proximidade com o animal não transmite o protozoário, que está presente apenas nas fezes.  Por isso, não estimule o preconceito contra os gatos nem abandone seu animal.  Como os seres humanos, ele também é uma vítima em potencial do protozoário e merece ser protegido.
Equipe AVA

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Carrapatos


Olá amigos dos animais!

Leiam com muita atenção as informações sobre os carrapatos que pertubam e incomodam os nossos amiguinhos caninos, felinos e outros, se não cuidarmos da higiene e do local onde eles ficam. 


Na primavera, com a chegada do calor, também aparecem os carrapatos. Para poder reproduzir-se, a fêmea precisa de sangue e seu cão é um de seus hospedeiros favoritos .
O carrapato espreita em zonas com bastante vegetação, jardins, parques, terrenos baldios. Assim, seu cão deve encontrá-los facilmente quando sai para passear.
Alguns dados técnicos sobre os carrapatos:

• As espécies mais comuns são: Rhipicephalus sanguineus, Ixodes ricinus, Ixodes hexagonus e Dermacentor reticulatus.
• Medem entre 0,35 e 1,5 centímetros
• Uma fêmea adulta coloca entre 2.000 e 4.000 ovos.
• Estes ovos podem sobreviver até três anos no meio ambiente.
• Quando jovens têm seis patas, mas na idade adulta crescem mais duas patas.
• Os carrapatos se escondem até em árvores à espera de um hospedeiro.

Quando um cão se aproxima de um carrapato, o danado saltará em cima dele, caminhando por sua pelagem até chegar a seu lugar favorito, que costuma ser:
• A região das orelhas
• Entre os dedos do pé
• Próximo aos olhos, nuca e pescoço

São nesses lugares que a pele do cão é mas fina e com maior fluxo sangüíneo.
Se o cão não for tratado com um produto antiparasitario é normal encontrarmos carrapatos. Não se preocupe, não tem nada a ver com a higiene do cão. Um simples passeio é suficiente para que seu cão tenha carrapatos. Não há cão no Brasil livre desses bichos.
De qualquer forma, é provável que não detecte o carrapato se não procurar. Seu sucesso evolutivo está justamente no fato de passarem desapercebidos. Quando picam seu cão, ele não sente, pois, antes de introduzir sua boca, parecida com um estilete, o carrapato deposita uma pequena quantidade de saliva com propriedades anestésicas. Ao picar não causará nenhuma dor.
Mas ainda assim, a picada causará danos.

Danos causados pelo carrapato:

• Lesões de pele causadas pela ação mecânica da mordida
• Efeitos tóxicos, já que a saliva do carrapato contém enzimas e neurotoxinas que pode provocar paralisias,
• Debilidade e anemia, ao consumir grandes quantidades de sangue,
Transmissão de outras doenças.

Encontrei um carrapato no meu cão, como faço para tirá-lo?
Em primeiro lugar, arrancar o carrapato é contraindicado. O máximo que fazemos é eliminar parte do corpo, sendo que o resto fica ainda aderido ao cão, podendo provocar infecções.
O ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina ao redor, esfregá-lo um momento até que amacie um pouco a pele e depois tentar retirá-lo suavemente. Depois podemos nos desfazer do carrapato colocando-o no álcool para que não escapem os ovos e morram. É importante lavar as mãos depois de manipulá-los.
Também existem instrumentos especiais para a extração do parasita, como pinças de carrapatos, que podem ser adquiridas em lojas especializadas.

Quais são os melhores produtos contra os carrapatos?
Há vários produtos no mercado que funcionam muito bem. Os mais vendidos são Frontline e Scalibor. Frontline também protege de pulgas e Scalibor frente à leishmaniosis. A proteção mais completa oferece a combinação Scalibor com Frontline.

Fonte: http://www.petfeliz.com.br/doencas/doencacarrapato.htm

Doença do Carrapato - Erlichiose

Oi amigos dos animais!

Segue abaixo mais informações de uma doença que infelizmente ataca muitos dos nossos amiguinhos. Por favor leiam com bastante atenção! Procurem manter sempre informados sobre as diversas doenças que podem prejudicar e até matar o seu melhor amigo se não forem detectas no início.


A Erlichiose é uma doença infecciosa severa que acomete os cães, causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal a Ehrlichia canis. Raramente atinge gatos ou seres humanos, embora não seja impossível.


Como meu cão pode pegar a doença?
A doença é transmitida de um cão contaminado para um cão sadio através do carrapato. O principal vetor é o carrapato marrom (Rhipicephalus sanguineus). O parasita irá infectar os glóbulos brancos do sangue, ou seja, as células de defesa do organismo.



Sintomas da Doença do Carrapato
Os sintomas apresentados por um animal infectado dependem da reação do organismo à infecção. A Erlichiose pode ter três fases:


1. Fase aguda: onde o animal doente pode transmitir a doença e ainda é possível que se encontre carrapatos.


Febre, falta de apetite, perda de peso e uma certa tristeza podem surgir entre uma e três semanas após a infecção. O cão pode apresentar também sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias. É importante estar sempre atento à saúde do animal. Normalmente o dono só percebe a doença na segunda fase, e assim como outras doenças, o diagnóstico precoce é fundamental para a recuperação.


2. Fase subclínica: pode durar de 6 a 10 semanas (sendo que alguns animais podem nela permanecer por um período maior)
O cachorro não mostra nenhum sintoma clínico, apenas alterações nos exames de sangue. Somente em alguns casos o cão pode apresentar sintomas como inchaço nas patas, perda de apetite, mucosas pálidas, sangramentos, cegueira, etc. Caso o sistema imune do animal não seja capaz de eliminar a bactéria, o animal poderá desenvolver a fase crônica da doença.


3. Fase crônica:
Os sintomas são percebidos mais facilmente como perda de peso, abdômen sensível e dolorido, aumento do baço, do fígado e dos linfonodos, depressão, pequenas hemorragias, edemas nos membros e maior facilidade em adquirir outras infecções. A doença começa a assumir características de uma doença auto-imune, comprometendo o sistema imunológico. Geralmente o animal apresenta os mesmos sinais da fase aguda, porém atenuados, e com a presença de infecções secundárias tais como pneumonias, diarreias, problemas de pele etc. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia.


Como sei que meu cão está com Erlichiose?
O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças. A presença do carrapato é relevante para a confirmação da suspeita durante a avaliação clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores são as chances de recuperação e cura.

Tratamento e cura
A Erlichiose é tratável em qualquer fase. O tratamento é feito à base de medicamentos, sobretudo os aintibióticos (em especial a DOXICILINA). Por vezes é necessária a complementação do tratamento com soro ou transfusão de sangue, dependendo do estado do animal.
O tratamento pode durar de 21 dias (se iniciado na fase aguda) a 8 semanas (se iniciado na fase crônica). Vai depender da precocidade do diagnóstico, do quadro dos sintomas e a fase em que o animal se encontra no início do tratamento.
Quanto mais cedo se começa o tratamento, são maiores as chances de cura. Em cães nas fases iniciais da doença, observa-se melhora do quadro clínico após 24 a 48 horas do início do tratamento.


Como prevenir meu cão de ter a Doença do Carrapato?
Alguns hábitos podem ser adotados para prevenir a Erlichiose:
- Verificar a presença de carrapato no cão com frequencia;
- Desinfetar o ambiente onde o animal vive periodicamente;
- Usar produtos veterinários carrapaticidas como sabonetes, xampus etc;
- Manter a grama do jardim sempre curta;
- Estar atento aos hotéis para cães, pois se há algum cão infectado, ele poderá transmitir a doença através de outro carrapato do local.


Há vários produtos contra carrapatos. Os mais vendidos são o Frontline e o Scalibor. Frontline também protege de pulgas e Scalibor frente à leishmaniosis. A proteção mais completa oferece a combinação Scalibor com Frontline.

Anemia Canina

Olá amigos dos animais!
Segue abaixo informações importantes sobre a anemia canina para que possamos entender e cuidar dos nossos amiguinhos para que eles não tenham, mas caso o seu melhor amigo esteja procure se informar para cuidar dele. Ofereça sempre ração de excelente qualidade para o seu animalzinho. Alguns médicos veterinários recomendam durante o tratamento misturar na ração fígado bovino frito, pois ele contém ferro, proteínas, complexo de B e B12. Administrar ferro ou vitamina B12 aos animais anêmicos, mas essas medidas devem ser prescritas apenas pelo veterinário.
 Anemia,
Consiste numa diminuição do seu número de glóbulos vermelhos ou do seu constituinte, a hemoglobina. Para determinar se o seu cão está anémico, deve observar-se a cor das mucosas ( o interior da boca conjuntiva ), que num cão saudável são de cor vemelho-vivo, enquanto num animal anémico estarão pálidas, se não totalmente brancas. Outros sintomas da anemia são debilidade geral e o aparecimento de uma respiração ofegante ao fazer o mínimo esforço.
As causas mais frequentes da anemia são;
Envenenamento por compostos anticoagulantes (normalmente presentes nos raticidas); Desequilíbrios nutricionais; uso de determinados fármacos (como aspirina, anti-inflamatórios); hemorragias internas por pancadas; parasitas externos (carraças); parasitas Internos (filaríase cardiopulmonar); agentes infecciosos (piroplasmose, leptospirose); tumores (medula óssea, intestino, baço) e doenças genéticas típicas de determinadas raças (como, por exemplo; Beagle ou West Highland).
Origens diferentes
No cão a anemia pode ser resultado de um aumento anormal da hemóise (destruição dos glóbulos vermelhos), o que define as anemias hemolíticas, ou de uma insuficiência na produção de hemácias pela medula espinhal, encarregada fisiologicamente, de produzir glóbulos jovens.
Anemias hemolíticas
São as mais comuns devido à grande freqüência de algumas de suas causas, em particular, a piroplasmose, também conhecida como babesíase (doença transmitida pelos carrapatos, que causa a destruição dos glóbulos vermelhos em circulação. Este tipo de anemia traduz-se, não só na palidez das mucosas como também na coloração anormal da urina; a hemoglobina, contida nas hemácias, é então liberada na urina e dá a coloração "borra de café" que se observa em todas as hemólises maciças. Às vezes a anemia é acompanhada de incterícia, caracterizada pela coloração amarelada as mucosas orais e genitais.
No cão, também ocorrem outras causas de hemólise, em particular, causas imunológicas; o organismo ataca seus próprios glóbulos e elabora anticorpos para destrui-los. Este tipo de anemia hemolítica pode ocorrer de repente, sem razão aparente, ou ser a seqüela, por exemplo, de uma babesíase.
Anemias de origem medular
As anemias originadas por uma insuficiência de produção de glóbulos vermelhos pela medula respondem a vários mecanismos. Em condições fisiológicas, a produção de hemácias requer a presença de um hormônio de origem renal, a eritropoietina, a presença de células matrizes a partir das quais se produzirão as futuras hemácias e, a presença de materiais necessários para a fabricação e montagem dos elementos que constituem o glóbulo vermelho, em particular, o núcleo e a hemoglobina.
A produção das hemácias pela medula espinhal pode ser perturbada por diversas razões: redução da síntese da eritropoietina pelo rim, em particular nos casos de insuficiência renal, que provoca a dominuição da quantidade de células matrizes; estas últimas também podem ser bloqueadas por células tumorais ou por uma esclerose que invada a medula; também podem ser destruídas por agentes citotóxicos, por exemplo, antimióticos utilizados no tratamento de certos tipos de câncer no cão.
Por úlimo, os elementos indispensáveis para a formação do núcleo da hemácia (em particular vitamina B9 e B12) ou para a formação da hemoglobina (ferro) podem faltar devido, essencialmente, à insuficiência de acréscimos causados por transtornos digestivos crônicos (diarréia crônica de origem parasitária, tumores no tubo digestivo).
Exames específicos
As causas das anemias são numerosas e, antes de trata-las especificamente, torna-se indispensável identificar e quantificar a anemia para poder classificá-la no grupo correspondente: anemias hemolíticas, anemias por perdas (hemorragias) ou anemias de origem medular.
A partir de uma amostra de sangue, o veterinário realizará os exames específicos. Os dois principais são:
  • Exame quantitativo, realizado com um contador automático, que permite determinar o número de glóbulos vermelhos, a taxa de hemoglobina, o número de glóbulos brancos e sua distribuição; o cálcuilo de certos índices de padrão, que também permite caracterizar a anemia. Também é importante conhecer a taxa de reticulócitos, células que correspondem às formas imaturas de glóbulos vermelhos. É indispensável realizar esta contagem para avaliar a capacidade de resposta medular diante de uma anemia.
  • Um segundo exame é qualitativo e consiste no exame de um esfregaço de sangue extraído no qual o veterinário irá procurar a presença de parasitas (babesíase) e poderá observar a morfologia das hemácias.
É só de posse dos resultados destes exames, que será possível definar a anemia e a melhor tesrapêutica para o seu tratamento.
O Tratamento da anemia é, antes de mais nada, causal. Tratar uma anemia hemolítica de origem piroplasmática requer, em primeiro lugar, o tratamento do piroplasma. O tratamento de uma anemia por perda requer a procura da hemorragia; uma intervenção cirúrgica ou não, será acompanhada por uma transfusão sangüínea, caso necessário.
O tratamento das anemias de origem medular pode requerer, igualmente, uma transfusão ou, simplesmente, a suspensão do tratamento antimiótico em caso de câncer.
Excepcionalmente, pode ser indispensável administrar ferro ou vitamina B12 aos animais anêmicos, mas essas medidas devem ser prescritas apenas pelo médico veterinário.
Coleção Nossos Amigos, Os Cães
Fonte: http://www.dogtimes.com.br/anemia.htm

                                           Este gatinho morreu de anemia hemolitica.